terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Duas Brancas de Neve

O segundo parece ser uma versão mais moderna da história, provavelmente terá um tom mais sombrio do que o conto original. Pelas imagens parece ser voltado mais para um público adolescente do que para um público infantil. Previsto para ser lançado no dia 1 de junho de 2012. O filme Snow White and the Huntsman, será estrelado por Kristen Stewart, que fez sucesso na saga Crepúsculo, o longa provavelmente terá um tom mais sombrio do que o conto original. Além de Kristen, o filme terá ainda a participação de Charlize Theron, que vai interpretar a Rainha Má, e de Chris Hemsworth, famoso por viver o super-herói Thor nos cinemas e que será o lenhador na história. Com direção de Rupert Sanders e produção de Joe Roth o mesmo produtor de Alice no País das Maravilhas, a idéia, segundo o produtor, é transformar sua versão moderna do conto em uma trilogia. Vamos aguardar!
domingo, 10 de julho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Branca de Neve morta. A sentença da madrasta finalmente se realizou
Há muito tempo atrás, os “contos de fadas” surgiram como estórias para serem contadas para adultos. Em seus enredos falavam de assassinato, incesto, sexo, culpa, luxúria. Com o tempo, e uma ajuda de alguns escritores (os irmãos Grim, por exemplo), certos contos foram passando para serem contados para crianças, com enredos mais sutis, com violência sendo maquiada, mas ainda mostrando sentimentos de inveja, luxúria, medo, cobiça.
O artista plástico Bruno Vilela com sua interessante e criativa exposição “Bibbdi Bobbdi Boo” série de fotografias nos leva de volta ao passado onde os contos ao são nada sutis. Suas fotografias apresentam as heroínas de alguns contos famosos, como Branca de Neve ou Alice no País das Maravilhas, em situações inusitadas, muitas vezes mórbidas e até mesmo perturbadoras. As personagens são encontradas sempre em forma misteriosa, vinda de algum canto, indo para algum canto, sujas de sangue, e nunca com tais motivos revelados.
O que teria acontecido com a chapeuzinho para que estivesse andando com as mãos sujas de sangue? O que teria acontecido com a linda princesa deitada na lama em um dia tão belo, suja de sangue? Teria se embebedado, caído, sido violentada por algum “príncipe” impaciente?
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
As Rainhas Malvadas de Branca de Neve

A Disney prepara uma outra versão do conto em live action, intitulada “Snow and the Seven”. Michael Arndt, de "Toy Story 3" e "Pequena Miss Sunshine", foi contratado para roteirizar uma nova versão da história. Nenhum nome ainda foi anunciado no elenco, mas Natalie Portman tinha sido indicada como possível protagonista. Porém, a gravidez da atriz pode ser um empecilho para sua participação no longa. O filme será dirigido por Francis Lawrence. O longa irá se passar durante o século XIX na China. Na história, uma nobre inglesa viaja até Hong Kong para o funeral de seu pai, mas sua malvada madrasta está arquitetando planos diabólicos contra ela. A jovem consegue escapar para o interior do país, e refugia-se com sete guerreiros internacionais, que a ensinarão a lutar para vencer sua nêmesis.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010
A garota da capa vermelha
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Chapeuzinho Vermelho em nova versão nos cinemas em 2011


quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Enrolados
Fonte: http://juliapetit.com.br/category/home/
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Fairy Tale de Miwa Yanagi trás imagens perturbadoras.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Barba Azul de Pina Bausch
Tem a peça toda no youtube. É lindíssima! Confiram!
domingo, 25 de julho de 2010
No país de Eugenio Recuenco
terça-feira, 13 de julho de 2010



segunda-feira, 7 de junho de 2010
Senhor Humor





domingo, 30 de maio de 2010
Vídeo de Espaço Outro
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Comentário no Blog da Gazeta do Povo
Quando a gente é feliz?
O texto crítico sobre a peça Espaço Outro deixo para os próximos dias, no jornal impresso. Agora, vou falar livremente um pouco de como o espetáculo me afetou. Afinal, para isso ainda vou ao teatro: ser afetada.
Numa contextualização rápida, entrei numa grande caixa transparente, de onde se avista a praça. Um narrador em off diz para onde devemos olhar e comenta as cenas que os atores protagonizam ao longe. Dos próprios atores não ouvimos (quase) nada. Suas ações são variadas. Há o rapaz que passa sob a chuva e outro sob o sol, os casais que se unem, separam e reconciliam. Todos, pequenos recortes descolados de um suposto contexto.
Pois bem. Depois que saí do polígono de acrílico a caminho do shopping Mueller, vi do outro lado da rua um rapaz se exaltar diante do guarda de trânsito. Na verdade, só o que eu vi foram os dois homens, um com a postura ereta, outro abrindo os braços enfaticamente uns 30 graus. Não ouvi o diálogo entre eles, não faço ideia do contexto, mas presenciei esse instantâneo daquelas duas vidas e disso posso imaginar ou concluir qualquer coisa. Como na peça. Fiquei pensando no tanto de gente desconhecida com quem "convivo" todo dia, no nada que sei sobre como vivem os outros.
A praça é por natureza esse lugar de encontros e desencontros. Mas não foram as despedidas nem as aproximações que me deixaram impactada desde que pisei fora da caixinha (de acrílico). Serei mais precisa: desde o momento em que avistei o elenco vestido de amarelo vibrante a dançar em plena Santos Andrade uma coreografia celebrativa do êxtase da paixão de um casal, tudo o que pude pensar foi: Quando a gente é feliz?
Sem ceticismo
Já no fim da peça, atores e atrizes ingressaram no nosso espaço de acrílico para escrever do lado de dentro das paredes translúcidas frases soltas, ao estilo "quero ser mãe", "ler um bom livro, preferencialmente tomando café" ou "uma boa noite de sono, sonho e sexo". A meu ver, respondem o que eu intimamente havia me perguntado uns momentos antes, durante a cena musical.
Relembrando as ações que mais repetidamente vimos de dentro da caixa, as respostas do grupo à questão são afetivas. Quantos pedidos de casamento eles encenam? Eu não contabilizei. Mas, basicamente, aquelas cenas dizem que feliz a gente é quando ama. Depois briga. Mas foi feliz. Acreditar nisso é um voto contra o ceticismo. Como também fazer uma cena de musical em plena praça ou insistir nessas referências a pedidos de casamento são votos contra o ceticismo. Contra sua insegurança arrasadora de que o amor é insuficiente e a felicidade, ilusão dos ignorantes.
O teatro é uma escolha contra o ceticismo. Dos atores, ao construir uma caixa de acrílico em pleno centro de Curitiba, para ficar no exemplo mais próximo. Do público, ao topar entrar na caixa, ao obeceder aos comandos da voz em off, ao se deixar afetar pelo que um outro grupo humano lhe propõe.
http://www.gazetadopovo.com.br/blog/palco/?id=1004290
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Matéria no Curitiba Cultura
Espaço Outro estréia na Pça. Santos Andrade
Estréia hoje, às 16h30 na Praça Santos Andrade, a peça “Espaço Outro”, da Cia. ACRUEL. Quem passar por lá até o dia 15/05, de terça a domingo, terá a oportunidade de vivenciar um espaço de suspensão do cotidiano, a onisciência dos acontecimentos, sentimento contrastante com aquele que não se aventurar em entrar na caixa acrílica permeada por ficção e realidade. A experiência é gratuita, e poderá ser conferida também na Praça Rui Barbosa, de 18 a 29/05, mesmos dias e horário.O contraste acontece porque é dentro da caixa que está o espaço outro. Somente inserido no limitado contexto que o expectador terá acesso a informações fundamentais para o entendimento completo do espetáculo. Enquanto isso, ao redor, o dia-a-dia continua em seu fluxo constante, observando e sendo observado, mas sem a valiosa chave que encadeia os acontecimentos. Há uma infiltração de ambos os eixos (ficcional e real), o que provoca um ruído na mensagem: é sempre do expectador o trabalho de definição do significado.
Instigar, despertar o papel de investigador do público, são algumas das intenções da Cia. ACRUEL. Criada por Ana Ferreira, Emanuelle Sotoski e Rubia Romani, “Espaço Outro” problematiza a relação entre público e peça, fazendo o movimento inverso, ou seja, invadindo a platéia. O teatro vai estar na rua, e a rua também é o teatro. O choque acontecerá, caso esteja presente na data, horário e locais certos. Basta aceitar o desafio e contemplar a vida passando diante dos olhos, assim como no teatro.
http://www.curitibacultura.com.br/noticias/espaco-outro-estreia-na-pca-santos-andrade